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quinta-feira, 30 de abril de 2015

Ficha do membro.

nome:Adam Travel Guntter idade:18 Altura:1,75m Peso:60 kg raça:lycan classe:guerreiro sub classe:lutador aparência.
aparentemente um jovem de cabelos negros,lisos e espalhafatosos usando sempre casacos,com cicatrizes no braço e na barriga,sempre com aparência desgastada,pálido,seus olhos são azuis claros e suas íris são muito grandes e alteradas quase tomando conta da córnea ou do olho inteiro. personalidade.
agressivo e sarcástico,Inssano diante de batalhas e situações extremas Adam tende a ser bruto,resistente e provocante em momentos de batalha história.
Tudo começa em Ottawa Canadá,era um dia como outro qualquer,porém ja se completa um ano que meu pai morreu,eu estava deprimido,ele era muito bom pra morrer num mero acidente de carro,eu felizmente tinha minha mãe,minha irmã mais nova de 13 anos e meu amigo amigo,Leon Marks,nós eramos amigos,mas tipo amigos mesmo daqueles de terem muita liberdade,nós jogavamos juntos,zoavamos juntos e toda nossa infância foi nisso,oque eu nunca quero me esqueçer é da nossa amizade,mas algo muito estranho me perturbava,sonhos sem sentido onde eu o via na porta da minha casa falando que o mal está nas pessoas mais quietas,eu ignorava o sonho ou pesadelo,chamem do que quiserem,e seguia minha vida normalmente como um bom estudante segue sua conduta,então na escola eu só tinha o Leon como amigo mesmo,afinal o resto era má influência aos meus olhos,Leon sempre falava de video-game comigo,pois é coisas de amigos nerds,quando não eram video-games eram lendas cara como eu adorava lendas,então nós tinhamos uma amizade muito forte e todas as vezes que eu chegava em casa falava dele pra minha mãe e minha irmã,minha mãe tinha orgulho e ficava feliz por eu ter um amigo,era a única forma que ela pensava,me divertir pra eu sair da tristeza,mas uma coisa me perturbava mais ainda,a minha irmã me olhava com um olhar estranho ao falar dele,ela me olhava com um rosto assustado e ao mesmo tempo triste,não sabia oque queria dizer,porém eu fica tentando ignorar pra passar desapercebido,pensava apenas ser ela impressionada com nossas lendas contadas,talvez ela poderia ouvir e ter se assustado com algumas,então botei isso na minha cabeça só assim eu me sentia confortável em relação a isso,no dia seguinte fui a escola,e entrei empolgado esperando falar com Leon mais outra vez,só que nesse dia ele tinha faltado,pensei então que ele tinha adoecido,então pensei em mas tarde ficar falando com ele pelo celular,bom..eu pensei.Quando cheguei em casa,vi a policia na frente da casa dele,ele morava logo ao meu lado,então eu corri para ver oque estava havendo,estava um completo caos desesperador,sirenes,pessoas correndo,médicos e finalmente eu avistei....uma máca oculpada sendo carregada por médicos,ao se aproximar da máca avistei Leon fraco e muito pálido,então em tom nervoso eu perguntei oque diabos aconteçeu? e então ele me respondeu com uma frase que me perturba até hoje,"o mal está nas pessoas mais quietas",então me lembrei dos pesadelos era uma frase simples,porém eu só fui entender o significado quando era tarde de mais,então eu passei noites e noites sem dormir pensando naquilo,de novo..e de novo,foi quando eu finalmente cai no sono,numa noite tão calma quanto o campo,mas algo de errado tinha naquela noite,havia um silêncio perturbador por toda parte,nada de carros,nada de coisas desse tipo,apenas o barulho do vento forte do lado de fora da janela,foi então que eu avistei uma silhueta fora da janela,eu observei com mais atenção tentei pensar se era real oque eu via,era meu amigo que agora está morto,mas eu não poderia crer,será mesmo que era o Leon?,era só isso que vinha na minha cabeça,então eu olhei para a lua e ao olhar para silhueta,não havia mais nada,a silhueta havia sumido,foi ai que eu me virei e cobri com o olho feichado,mas ao abrir tive uma surpresa,Leon me observava na minha poltrona com frescas gotas de sangue ainda ali,saindo de seu pescoço e um grande corte em sua barriga,foi quando cai da cama e rapidamente ele pulou em cima de mim,foi quando eu acordei suado e me sentei rapidamente,olhava para meus pés,e percebia que tudo era apenas um pesadelo,então eu fui até a cozinha beber água,lentamente para não acordar ninguem,ao terminar meu segundo copo d'agua eu ouvi um barulho,era um barulho similar ao de vidros se quebrando eu então andei normalmente até a sala,avistei a porta do quarto da minha mãe aberta e então começei a pensar que algum ladrão havia entrado na minha casa,eu então peguei uma faca e andei lentamente,e em quanto eu mais me aproximava,eu ouvia gemidos e barulhos similares a ossos se quebrando,foi quando pela luz da lua que refletia na porta,eu vi que oque estava lá,não era um humano....eu havia adentrado no quarto..e vi uma cena,que eu nunca queria me lembrar,era um lobo negro e grande,que devorava minha mãe em quanto eu apenas observava os ultimos suspiros dela,em um ato desesperado corri para cima da coisa e a esfaqueei quatro vezes na região das costelas a coisa apenas olhou para mim e me empurrou assim correndo ao quarto da minha irmã e quebrando a janela,imaginei que aquela coisa havia fugido,então quando gritei procurando ouvir a voz da minha irmã,ela apenas gritou pedindo socorro,então eu corri rápido e ela estava deitada na cama,então no mesmo momento que eu a abraçava policiais estacionavam em frente a nossa casa,então eu sai bastante sujo de sangue daquela coisa,e gritava por ajuda,mas os policiais mandaram eu me deitar,então minha irmã saiu de casa,eu pedi rapidamente que ela entrasse e se acalmaçe porém ela me chamou de pisicopata,eu bem não entendi oque havia de errado,mas os policiais me levaram pra dentro da viatura,onde fui levado a prisão,onde passei dias esperando chegar o julgamento,mas durante o tempo eu penssava o porque minha irmã me chamou de pisicopata,porque ela teria me acusado?,foi quando um policial forte abriu a cela me amordaçou com uma máscara usada em manicômios e me levou algemado ao tribunal,o tribunal estava organizado,com testemunhas alegando que me viram esfaqueando algo,que afirmavam ser minha mãe,mas minha mãe estava morta,revelaram que o resultado dos exames no cadáver estavam com arranhões e mordidas,eu raciocinava calado,ainda em choque pois eu não consegui pensar o quanto a vida pode mudar rápido,foi quando consegui ouvir a decisão final,o juíz tinha me declarado insano e havia dito que eu havia praticado canibalismo por cima,pois não captaram o dna então de primeira suspeitaram que as mordidas eram minhas,mas eu não teria feito isso,meu Deus o senhor sabe,era isso que eu pensava,foi então que ao entrar num corredor com uma camisa de força ja vestida em meu corpo,um homem loiro de óculos branco e alto segurou meu braço e os policiais tiraram as mãos das minhas costas e o médico falou:Tudo bem homens agora este homem é comigo daqui pra frente.Foi quando eu fui levado pra o lado de fora com pessoas tapando meu rosto ,aposto que impedindo de revelar minha face para as câmeras,então eu entrei num carro grande,eu estava lá,amordaçado,amarrado a caminho de um hospício,foi isso que eu esperava,foi quando um homem me aplicou uma ingeção e eu dormi rapidamente,me lembro que acordei num quarto claro,com almofadas nas paredes,e deitado numa cama,uma porta de ferro com uma pequena janelinha quadrada,se encontrava na minha frente,então pensei,que essa era minha nova vida apartir de agora,passando-se dias,mêses,anos, agora eu tinha 18 anos,estava lá,como um zumbi,sem falar,sem dormir,sem comer direito,foi quando eu avistei na porta um médico que logo abria minha porta e avisava que eu tinha visita,eu andei até o quarto de visitas,e vi uma jovem de olhos azuis, cabelos longos e negros,branca como a neve,então não poderia negar a teoria de que essa era minha irmã,agora com 17 anos ela me aguardava dentro do quarto de visitas,então o médico me deixou la dentro e avisou a ela que qualquer coisa era pra apertar o botão ao lado da porta,em quanto ele feichava a porta lentamente,então ela falou que estava com saudades,e que tinha trasido uma surpresa,ela tirou da bolsa um embrulho,la tinha uma torta de chocolate,então ela perguntou como eu estava,eu respondi apenas com um balançar leve de cabeça,pra cima e pra baixo,ela relembrou várias coisas boas,aquilo pelo ao menos me dava felicidade,mas então ela saiu minutos depois e disse que a noite voltava,ela ia andando e acenando pra trás,em quanto se afastava da minha vista e um médico me tirava de la de dentro e me botava no quarto onde eu passei quatro anos,foi quando deu 22:00 horas,é quando apagam as luzes,eu então me deitava,achando que seria uma noite qualquer eu estava um pouco triste,pois minha irmã não tinha me visitado,os vigias alertaram que as luzes seriam apagadas,alguns segundos depois apagaram as luzes,então quando eu me deitava e não pretendia dormir,eu avistei dois olhos azuis na pequena janelinha da porta do meu quarto,mas eu pensava que era impressão,foi quando aqueles olhos se abaixaram lentamente,eu me sentei na cama,e olhava para aquela porta,foi quando esta foi aberta lentamente,porém do outro lado,não tinha ninguem,eu na mesma hora me levantei,me preparando para o pior,foi quando duas bolas azuis pularam em minha direção,então observei que havia algo em cima da minha cama,eu observei com medo e aquilo foi redusindo o tamanho mais e mais,eu observava em quanto a sentia sangue quente cair nas minhas pernas,e eu observava aqueles olhos brilhantes no escuro e ouvi uma voz familiar,porém áspera,que dizia:eu,prometi que voltaria para te visitar a noite,não é?.Foi quando eu me acostumei com o escuro e minha vista melhorou um pouco que eu pude ver aquela coisa agora com corpo de humano tirando a túnica que vestia de cima de seu corpo e me revalando a cicatriz da facada,em quanto aquela coisa dizia:acharam que você deram uma facada em mim,mas a espera..foi em mim que você deu a facada,então aquela coisa saiu mais rápida que um piscar de olhos do meu quarto e então eu ali começei a pensar,e eu entendi perfeitamente oque estava havendo,só naquela hora eu entendi oque queria dizer Leon meu amigo agora morto com aquela frase "o mal está nas pessoas mais quietas",minha irmã não era muito de falar,foi quando eu percebi a verdade das coisas e então começei a passar mal,começei a vomitar,vomitei muito ao ponto de sair sangue,foi quando eu vi que minhas mãos estavam peludas,e maiores,eu sentia minha perna mole,olhei para ela e percebi que eu estava deformado minhas pernas estavam grande,eu tentei gritar mas não conseguia,olhei para baixo e vi meus dentes caídos,eu tentei feichar a boca, porém não conseguia,eu estava com enormes presas,meus dedos estavam longos porém quebrados,eu estava começando a sentir senssações e percebi oque estava havendo só quando eu vi que eu estava sangrando com roupas rasgadas sustentado por quatro patas,ouvindo,vendo sentindo perfeitamente as coisas,meus sentidos estavam apurados,então quando vi que oque estava aconteçendo era real,só pensei em fugir do quarto onde eu estava,e ser livre,no caminho dobrei os corredores e alcançei a sala de visitas,la tinha uma janela que dava acesso ao jardim a oito andares a baixo,então arrombei a porta e na mesma hora observei um jovem com um sweter,provavelmente um visitante,foi ai que sem êxito eu o matei,o devorei,foi ai que finalmente eu percebi que a coisa que me tornei era uma criatura chamada "Lycan",peguei suas roupas com minha mandibula e pulei janela a baixo,eu cai sem me machucar,corri derrubando todos que estavam lá no momento,médicos,zeladores jardineiros e outros a mais,foi quando eu sai,corri até a saída da cidade entrei em campos e me deparei com uma floresta escura,não parei de correr,pois só pensava em ir pra bem longe,foi ai que vi um castelo,na mesma hora,eu desmaiei,pra mim foi em um piscar de olhos,mas eu acordei de manhã eu estava normal,minha pele normal,tudo estava normal,foi ai que vesti as roupas do visitante que matei,eu andei por horas e horas até amanheçer e então me deparei com uma construção monumental,ja pela noite,entrei nesse castelo,vi pessoas ou qualquer coisas que foçem,mas eu pensei em pedir ajuda,alguns me deram água,outros comida,todos me ajudaram e me acolheram,até chegar na madrugada e um homem ruivo e alto de aparência simpática que carregava uma grande espada nas costas perguntar se eu estava bem,eu o respondi,ele converçou sobre onde eu estava e quem habitava lá,foi então que ele perguntou se eu queria me juntar a ele e os outros,então eu não tinha outra alternativa,eu ri e falei que sim....


quinta-feira, 9 de abril de 2015

Nome: Alacurd Codagath.
Idade: Aparentemente 30 anos.
Altura: 2.60 m.
Peso: 180 Kg.
Raça: Vampire
Classe: Artes Clã Tremre.
Sub Classe: Assassine.

                                                                Aparência
Aparentemente um ser maduro, serio, trajando roupas escuras, cabelos entremeios grisalhos, portando óculos escuros sobre a face, e nas mãos levando uma maleta. Sua aparência e aspecto são ambos bastante  enigmáticos.
Personalidade:
Um gênero forte, porém gosta de ajudar aqueles que procuram á sua pessoa.  Além  do mais, serve muito bem os membros e aqueles que o mesmo serve, portando maior lealdade e dedicação ao seu trabalho. Não gostando muito de brincadeiras com o mesmo, mais as atura.

                                                                   Historia
Após a morte de seus pais, (durante um ataque em sua aldeia por desertores saqueadores) Alacurd resolveu voltar e se vingar daqueles que  havia os atacado, logo após de ter jogado seus irmãos ao rio na esperança de salva-los, ele retorna e luta com aqueles que os atacavam, mas como era novo e não tinha se quer experiência com guerra, acabou sendo brutalmente ferido  ali mesmo.  Sua aldeia estava sendo totalmente devastada, e Alacurd ali praticamente morto, não tinha mais nada a fazer ao não ser olhar aquele massacre e ir morrendo aos poucos, no final de seu leito, ele ali caído via que suas crenças no Deus que acreditava não adiantou em nada, pois estava a morrer, e todos ali por perto, então revoltou-se contra sua crença e fez uma prece a um ser das trevas cuja havia ouvido sobre o tal, mas também não adiantou, mas mal sabia que um outro ser havia escutado suas preces, cuja o nome era Caim(filho de Adão e Eva, cuja  foi condenado por Deus a vagar eternamente e se alimentando de sangue, no motivo de ter matado seu irmão Abel brutalmente) que havia se interessado no rapaz e logo lhe fez uma oferta irrecusável, ele lhe salvaria daquela situação lhe tornando mais forte e imortal, ao troco dele se unir ao seu lado. Alacurd sem ter o que fazer aceitou imediatamente a proposta e se aliou ao ser bebendo um pouco de seu sangue que lhe ofereceu, logo aquele ser desapareceu diante de seus olhos e Alacurd levantou-se se sentindo muito mais forte e logo foi atrás daqueles que os havia atacado. Alacurd  matou brutalmente a todos que estavam ali presente, inclusive aqueles que habitavam a aldeia, sem sequer mostrando um pouco de remorso  por aqueles que um dia lhe abrigaram. Alacurd havia também percebido que estava com muita sede e seu apetite não era por comida que tinhas aspecto em se alimentar, e sim sangue daqueles que acabara de derrotar, e assim se alimentou daqueles que estavam ali, e logo após começou a vagar por aquelas redondezas. Com o passar dos dias, Alacurd não estava aguentando mais aquela sua nova vida, pois caminhava sobre aquelas terras e não encontrava a mais ninguém, fazia 2 dias que não se alimentava, e seu metabolismo era avançado requeria muito de sangue, era jovem, ao seu caminhar, em um extado de êxtase, Alacurd desmaia em meio a uma floresta, ficando extremamente sem forças, era seus últimos momentos de uma vida que começara agora. Passaram-se algum tempo e um grupo de pessoas estava a se aproximar dali, e no seu passar havistaram o jovem que se encontrava sob o solo desacordado, e com aspecto de estar totalmente morto, se aproximaram e notaram que não se tratava de um ser comum, se tratava de um vampiro jovem. Aquele grupo que se deu á encontro de Alacurd era um grupo de vampiros do Clã Tremere,  que logo viram que o jovem, não se tratava de um vampiro comum, tinham algumas habilidades diferenciadas, por esse motivo decidiram leva-lo para seus aposentos, cria-lo e ensina-lo as artes dos Tremere.  Com o passar dos anos, Alacurd foi mostrando total desenvolvimento em suas artimanhas,  pois aprendia tudo muito rápido, coisas que alguns do clãs demoravam anos, até mesmo séculos, mais o próprio desenvolvia rapidamente. Depois de certo tempo, Alacurd então decidiu travar seu próprio destino, abandonou aqueles que o acolheu e decidiu vagar pela terra atrás de algumas respostas e de seus familiares que poderiam ainda estar vivos.